Parte V
Como a Lua
Certo dia eis que o mago das palavras perdeu a voz.
Diante de tal figura a invejar Afrodite,
Se deslumbrou com os seus olhos belos como a lua,
Que refletiam a rutilância de uma alma.
Sua voz forte e doce acalentava uma tempestade,
E seu sorriso belo como nascer do Sol,
Brilhante e caloroso como o meio dia,
Desenregela o mais tíbio dos corações.
Ó mago pascácio, acreditava ter contemplado demasiadas belezas em sua vida,
Eis que se fascina com a imagem que ofusca a mais bela das artes.
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