Com o tempo aprendemos !

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"


William Shakespeare

Aos magos da palavra.

Idéias, emoções, sensações formam o ser humano
Podem ser expressas de diversas formas...
Através de um olhar, um gesto, uma atitude...
Que ficam na memória e no coração, protegidos pela emoção
Mas há algo mais eterno, palavras arranjadas...
Que traduzem e expõem a alma, transformando o evidente ao belo e eternal...
A escrita é magia que revela e criar sentimentos,
É imortal será enquanto soubermos amar...

#dia_da_poesia

Biografia de uma pedra.

Chame-a de rocha, pedra, pedregulho, fria, quente, tropeço, útil, mas no fim são apenas apelidos para um pedaço de mineral sem forma regular. No inicio apenas uma pedra, inerte que está sempre se movendo conforme os chutes que leva, para frente avançando, só as vezes sendo chutada para trás retrocede.

No chão sempre para cima olhando, sempre observando, se admira, se assusta com a humanidade.

Pedra não sente, mas percebe que é constantemente pisada por robôs de carne, cada vez que é chutada fere-os perdendo também um pedaço de si para a estrada ao rolar. Pedra inerte está sempre mudando, pedra inerte está sempre diminuindo por onde passa.

Como tudo na vida a rocha tem o seu fim, sem noção do seu rumo, nada espera, então é destruída, de sua firma estrutura nada resta além de pó. Para a pedra é o fim, para o construtor a solida base para uma grande obra, em sua nova forma agora a pedra é parte de algo grande e importante.

O que posso dizer?

Quando as palavras chegam a ser uma profanação,

Dos sentimentos que fazem meus lábios tremerem a noite.


A cama fria antes tumba do repouso de um guerreiro,

Agora companheira da agônica ausência de você.


A mente antes afiada como lâmina para provar do sangue de imortais,

Agora escreva da vontade de tocar seus lábios com os meus...

Desejo arrasado,

Você me põe em transe,

Uma visão de fogo,

Acima do pecado,

Como uma reza interior,

Não estou medo, quero que as chamas me levem...

Quero seu toque, sentindo,

Como se o mundo desse mil voltas num segundo.

Possua minha alma,

E me deixe o corpo em chamas...

Talvez a punição por duvidar do amor...

Ver-lhe do lado de fora,

Enquanto estou dentro da jaula de vidro...

Ter lhe, mas não te tocar,

Talvez o toque mais cruel da maldade do destino...

Mas à noite você me faz livre com seu toque,

Pois quando olho para o céu,

Escuto você me chamando a noite...

Talvez seja eu maldito,

Mas quero ao menos seu fantasma comigo,

Ouço na lembrança a voz que achei que nunca ouviria.

Agora te vejo em toda parte,

Ventando em seus cabelos,

A sinfonia de beijos e abraços

A hora vai chegar,

E depois disto pouco me importa se o mundo permanecerá.

Você se virando pra mim,

Dizendo que está lá por mim...

Alguns preferem ouro e diamantes, mas por estes se paga...

Quanto ao sentimento, está acima do preço dos mortais...

Comparado ao sentimento, todo o resto é pó

A importância das máscaras

Alguns têm o dom de subjugar a melancolia tornando a em uma arte subliminar e bela para outros.

Alguns simplesmente descarregam no que encontrar pela frente, e ainda há aqueles subalternos as suas mascaras que vivem se matando um pouco a cada dia...

O senso comum nos mostra uma imagem negativa das máscaras, algo que é benéfico e necessário para uma inserção nos meios e grupos sociais, protegendo através delas nosso intimo de uma intrusão e facilitando nossa adaptação ao mundo.

O grande problema do uso das máscaras, é que, no geral as pessoas costumam se comportar de acordo com as expectativas das outras, submetendo a si mesmos a atitudes, geralmente latentes e inconscientes que não fazem parte da sua real personalidade. Quando estas atitudes se tornam parte necessária de um cotidiano, fazem com o que individuo se apegue total ou parcialmente a máscara que o meio exige.

Para que nosso ego experimente o mundo de forma saudável sem prejudicar o mesmo por críticas e diferenças sociais é necessário o desenvolvimento e principalmente o uso adequado das máscaras que se integram a identidade funcional tácita.

Por fim, as máscaras protegem o ego e mente das diversas atitudes sociais e forças que invadem cada ser humano, nos beneficiando quando usadas corretamente...

Memórias

Nem o brilho das estrelas, nem a beleza do mar

Compara-se ao seu lindo olhar.

O mais doce mel tem sabor de fel aos seus beijos comparar.

Ao seu toque, a minha alma se põem a levitar,

Com a sensação de o céu alcançar.


Ah, o beijo, nem o mais astuto vigilante noturno,

Poderia tomar-me algo tão valioso com um simples toque como você o fez.

Não quero lhe ver triste, nem nunca te fazer sofrer,

Mas a noite te dar prazer e a seu lado amanhecer.

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Na boca o doce sabor do seu beijo perdura

E em meu corpo seu aroma e calor permanecem.

Até na mais fria e solitária noite

Meu corpo busca sua presença

Entre o espaço e tempo de sua ausência,

Onde encontro amparo no barco dos desejos.

Levados como onda pelas turbulentas lembranças do nosso encontro,

Que, com notas frenéticas ao fundo se alinhando melodicamente aos suspiros,

Ocorre a junção de duas almas em um único corpo.

Pensamos na morte de uma forma ou de outra.

Fatos e que todos, não importa se muito ou pouco, se voltado à religião ou a razão, pensam na morte de alguma forma.

Vejo a crença na pós-morte, como algo em sua maioria benéfico à humanidade, algo que da um sentido a vida de grande maioria das pessoas, para outras a morte pode ser vista como o fim, para outras é o impulsionador, pois, cientes da brevidade da vida vivem cada momento de sua vida como único e em alguns casos se preocupam em deixar algum legado, seja para ser lembrando (onde seria eternizado), seja para o bem da humanidade no geral onde se dedicam ao máximo para isto enquanto estão vivos (como alguns cientistas e escritores onde sua razão de vida são as pessoas).

Novamente digo: Pensar na morte é algo necessário, tão quanto pensar/crer que exista algo além disto, claro que não acho bom o fato da maioria das pessoas precisar crer na vida consciente ou inconsciente após a morte para realmente VIVER.
Mas qual é o sentido da vida se vou morrer em ~100 anos, poderia ficar citando inúmeros sentidos/motivos, mesmo sendo algo pessoal creio que alguns poderiam ser usados por todos, como por exemplos; Viver cada segundo (de praxe eu sei), questionar mesmo que não encontremos as respostas ( para alguns coisas de doido, para outros algo extremamente divertido e evolutivo), conhecer lugares, culturas, pessoas (creio eu que nem se vivesse o mesmo que Matusalém conseguiria conhecer a metade do que tenho para conhecer) e por enquanto, o último (se não mudar de idéia e continuar dizendo), a vida é curta demais para agirmos com base em regras pré-estabelecidas, que muitas vezes discordamos (diga-se religião), se não sabemos o que tem após ela.

Quanto à morte não tenho medo algum de morrer, pois enquanto estou vivo ela não existe e quando ela existir eu não estarei vivo, nem esquento, não com isto.

Mas sim, quanto a quem morre primeiro, prefiro que sejam as pessoas que me realmente me amem, sim isso mesmo, prefiro que elas morram primeiro, assim elas não sofreriam com meu fim, se for para sofrer que seja eu não as pessoas que me amam de verdade. Quanto às outras sou indiferente, se morrem primeiro ou depois, pois se forem importantes* para mim continuaram vivas pelos seus atos, palavras e presença em minha vida.


PS: sei que estou em meio intelectual, mesmo assim gosto de explicar algumas coisas como isso, nem toda pessoa importante para mim é amada, mas toda pessoa amada é importante...

Isso me fez lembrar de algo, a consciência humana é mesmo bem interessante, pois a morte como certeza de finitude faz termos um perdão incondicional para com a pessoa que jaz em cadáver.

Mas pensando por um lado é bem mais fácil perdoar um morto do que um vivo, sim isso mesmo, por mais que o perdão seja difundido como um ato de benevolência para com os outros e consigo mesmo, já que livra-nos do peso e às vezes até da magoa e raiva, ele é algo que difícilmente chegaremos a sua plenitude em casos que a pessoa a ser perdoada tem uma insistência incomum ao erro (leia-se burrice, ignorância, maldade ou até caso de psicopatologia ).

Quando tal pessoa jaz “in pace”, como forma de auto-defesa nos preenchemos de sentimos bons em relação a ela e liberamos o perdão sendo assim solidários com tal situação de perda como a morte.

Provávelmente aquelas pessoas que choram em velórios mesmo quando nunca deram certo com o atual morto pensem assim, suposições minhas, sem muitos fundamentos já que nunca fui a um velório, na parte de dentro.

Divagações aleatórias

Porque é mais forte quem sabe mentir.

Sabe, já cansei de tentar reparar erros dos outros, de tentar ajudar,

Quem pede e quem precisa de ajuda,

Cansei de agir com receio de magoar, de quebrar, de ferir,

Cansei de não ser seu, de viver pelos outros, de pensar nos outros.

Quando vou varres meus cacos.

Fato: a emoção sem controle, sem a maturidade fere mais profundamente que uma lança movimentada entre as entranhas.

É tolo se pensas que a razão e uma fortaleza impenetrável para o sofrer,

Engana-te se acha que a razão te livrará, ela apenas lhe fechará, e o tornará cativo de suas próprias emoções supostamente reprimidas por ela .

Enquanto existir apenas uma pessoa que me entenda, tudo estará bem...

interca existere vixdum una persona qui me comprehendere, omnia manere arum...

Desperdício ...

Alguns dizem que não devemos arrepender-nos de nada, eu, pois digo que não devemos simplesmente nos arrepender, mas usar o arrependimento para crescer e não como via de lamentação.
Pois tempo perdido e algo que enfurece, mas também é algo que nós faz rever nossos conceitos.
Essa estranha sensação de regressão aliada ao tempo que se foi faz com que nossos olhos sejam abertos.
Abertos para a realidade, abertos para a brevidade da vida, abertos para a evolução diária,

Alguns simplesmente caminham sobre a terra,
Outros deixam marcas pela terra,
E raros produzem sobre a terra,
Mais raros ainda transformam a terra a deixando melhor a cada dia.

Existe vários tipos de terras, mas todas sem exceção podem ser trabalhadas,
E sempre, sempre haverá mais a se arar.
Nossa mente e a nossa terra.

Música

Para que escrever se uma música descreve por si só...

Parece cocaína
Mas é só tristeza
Talvez tua cidade
Muitos temores nascem
Do cansaço e da solidão
Descompasso, desperdício
Herdeiros são agora
Da virtude que perdemos...

Há tempos tive um sonho
Não me lembro, não me lembro...

Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso...

Os sonhos vêm e os sonhos vão
E o resto é imperfeito...

Dissestes que se tua voz
Tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira...

E há tempos
Nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
E há tempos são os jovens
Que adoecem
E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção...

Meu amor!
Disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem....

A caixa de

Caixa minha, caixa que carrego...
Caixa que invejaria Pandora.
Movimento-a de um lugar para o outro...
Caixa que me ancora.

Dentro desta caixa eu guardo...
Caixa reluzente, internamente obscura e sombria.
Dentro desta caixa um EU, um Você, um Nós.
Fora desta caixa, uma chave, uma vida...

Às vezes abro esta caixa para depositar,
Ultimamente apenas para observar...
Aonde vejo a evolução e a decadência,
Aonde eu vejo alegria e a tristeza,
Aonde eu encontro as minhas soluções,
Aonde vejo além do bem e do mal.

“Porque tanta gente procura respostas fora de si.
Porque da necessidade de expor os próprios fatos a outrem e não suas idéias ou questões...
Também sou um hipócrita como todo o restante, porém um consciente. Não mais ignorante dos meus atos “

LOCI ²

Meu lugar e onde sempre quis estar,

Um mundo de vogais, consoantes e seus complementos,

Um mundo real, visível apenas pela imaginação,

Um mundo onde sou o que sou,

Um mundo onde crio os limites, me sujeito as minhas regras,

Um mundo onde não preciso ir.

Preciso apenas sentar e imaginar.

Preciso apenas estar.


O mundo da sociedade poderia ser melhor se todos viajassem na leitura.

Mensagem:

Após uma luta interna travar, decidi meus textos simplificar
Pois arte não é somente se ocultar

Quero uma mensagem passar, que às vezes possa a alguém tocar
Sem rebuscações ou incógnitas vou falar.
Para sábio ou leigo questionar

Mas hoje, apenas uma palavra vou apresentar
Pois não devemos questionar
O que é amar.

AMOR

LOCI ( legibilis )

Às vezes paro para pensar, no que já passei, no que vivi, em como vivo, como penso, nas coisas que acredito, nas coisas que vejo e que sinto...

Apenas penso, penso o suficiente para alertar a criança dormente. Que a tona vem, a me questionar, onde é meu lugar.

Se sou um misto perfeitamente ordenado de energia, teoricamente meu lugar seria em qualquer lugar. Mas será que somos apenas mais um punhado de matéria?

Alguns falam em ser trino, outros em apenas matéria, porque não os dois ?

De qualquer forma voltamos à questão inicial, qual o seu lugar?



Levará o vendo minha alma...

Para antes, agora, depois ...

E mais alem, do que penso, acredito ou imagino.



Com a luz, a criança desperta ...

Quer saber quem sou é onde estou...

Estou em qualquer lugar, estou em lugar nenhum.



Sou a minha fé, além do que vejo...

Sentimentos resultados da razão...

Levam-me além da imaginação.



Com os pés almejo caminhar...

Abdicar da vida arquitetar...

Porque eu encontrei o meu lugar.

 
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